
O segundo semestre começou, e o Inter ainda busca identidade no comando de Roger Machado. Com a chegada de novas peças e a expectativa por reforços, um nome em especial gera ansiedade no torcedor colorado: Carbonero. O colombiano, tratado como uma das principais contratações do futebol gaúcho na temporada, pode ser o diferencial que falta no sistema ofensivo do clube.
Desde sua chegada, ele é visto como o atacante de lado que pode dar profundidade, velocidade e agressividade ao time. Com as oscilações de Tabata e Gustavo Prado, além da lesão de Vitinho, Roger ganha em Carbonero um jogador com perfil diferente::um ponta vertical, agudo, com capacidade de quebrar linhas e articular pelas beiradas.
Se o treinador foi criticado por escalar três volantes em algumas partidas, talvez tenha chegado a hora de ousar. O momento exige criatividade, e o Inter precisa gerar mais jogo no terço final. A formação com três atacantes pode ser a resposta, e Carbonero, o nome que completa essa ideia.
O Inter precisa colocá-lo em campo, entrosá-lo e dar sequência. Porque neste momento, mais do que qualidade técnica, o time precisa de alternativas ofensivas que entreguem resultados.
