A limpa necessária

D1alessandro deixa o clube. Foto: Ricardo Duarte

Dentro do Estádio Beira-Rio, uma reestruturação completa no Departamento de Futebol foi iniciada, medida considerada emergencial após o turbulento ano de 2025. Alessandro Barcellos tem parcela significativa de responsabilidade pelo desenrolar da temporada, mas tomou uma atitude corajosa ao promover mudanças profundas logo após o término da competição.

D’Alessandro, Mazzuco e Bisol tornaram-se símbolos de um ano marcado por erros de gestão e resultados decepcionantes. Internamente, eram vistos como lideranças que não entregaram o que se esperava. Suas saídas abrem espaço para novos processos, novas ideias e para que 2026 comece com uma mentalidade diferente.

O problema é que o clube agora tem pressa. O Inter não tem treinador, não tem vice de futebol, não tem diretor de futebol, tem apenas o presidente. As decisões precisam ser rápidas, bem planejadas e assertivas. Porque o torcedor, cansado de ciclos mal executados, espera não apenas uma limpa, mas um novo rumo.