
Weverton chega ao Grêmio com uma missão clara: dar segurança a um setor onde onze goleiros passaram recentemente sem convencer. Aos 38 anos, assume o desafio com discurso de maturidade, confiança e vontade de fazer história em Porto Alegre.
A idade, longe de ser problema, é tratada como virtude. O goleiro cita Fábio, campeão da América pelo Fluminense já veterano, como exemplo de que experiência pode decidir títulos. Motivado e querendo jogar futebol, Weverton aposta na regularidade e na serenidade para quebrar a desconfiança que ronda o gol gremista.
O discurso é bonito, coerente e cheio de confiança, mas no Grêmio chega um momento em que a fala precisa virar ação. Agora é hora de colocar em prática toda essa experiência, maturidade e segurança prometidas, dentro de campo, defesa após defesa. O clube e o torcedor precisam enxergar, rapidamente, que não chegou apenas mais um goleiro, mas um cara campeão, cascudo e motivado, pronto para assumir o gol e dar a estabilidade que há tempos o Grêmio procura.
