Sábado, 20 de julho de 2024

Crítica | Divertida Mente 2

A convite da Disney e do Espaço Z conferi o aguardado Divertida Mente 2, sequência da animação de 2015 de grande sucesso.

Na sequência Riley completa 13 anos e entra na tão assustadora Puberdade e assim se constrói a trama do longa, mostrando as mudanças de amizades, as inseguranças sobre novos contatos, sobre seus ídolos, suas ambições e os pensamentos sobre o futuro, tudo gerando grandes mudanças na cabeça da garota e na cabeça de seus pais, que também tem que lidar com a nova forma de ser de sua filha.

Neste cenário o caos se instaura com a chegada de novas emoções que habitarão a cabeça da Riley, como: A Ansiedade, a Inveja, o Tédio e a Vergonha, além de mais uma que não irei mencionar por ser um dos momentos de risadas mais gostosos na exibição. Estas emoções precisam aprender a lidar com essa nova convivência e dinâmica dentro da mente dessa adolescente e se unir para construir um futuro para Riley.

Somos apresentados também a um cenário de vida mais complexo, destacando tudo o que se conecta e torna Riley única, além de trazer uma visão sobre o quanto emoções descontroladas podem nos colocar em maus lençóis.

A animação continua com uma qualidade técnica espetacular, com destaque para a sequência do Cofre dos Pensamentos Reprimidos, que é um deleite visual e técnico. A trilha sonora de Michael Giacchino continua encantando os espectadores e a dublagem brasileira está SENSACIONAL!

Como crítico apaixonado por cinema e uma pessoa que sofre com ansiedade, o filme me tocou muito, me levando as lagrimas em alguns momentos pela representação de tudo que sofri na minha adolescência e ainda sofro em alguns momentos.

‘Divertida Mente 2’ é uma sequência impecável e espetacular de uma das melhores animações já feitas e vem em ótima hora para trazer a Pixar de volta ao patamar que se perdeu.

 

NOTA: 5/5

 

Instagram.com/douglasbarcelos